sábado, 19 de janeiro de 2019

Felipe Neto faz grave acusação contra Damares Alves, ministra de Bolsonaro, e recebe resposta fulminante


Imagem: Produção Ilustrativa / Folha Política
A ministra Damares Alves divulgou um vídeo em que se compromete a lutar contra a erotização infantil, seja de crianças anônimas ou famosas. No vídeo, a ministra relata que vem recebendo muitas denúncias sobre a exposição de crianças nas redes sociais e que o governo não vai se omitir. 

Assista:


Um internauta achou que a ministra estivesse se referindo ao youtuber Felipe Neto, que recentemente anunciou que não fará mais vídeos com uma criança que vem sendo há anos exposta pelo próprio pai. O internauta marcou o youtuber, dizendo que ele estaria influenciando até a ministra. Damares esclareceu que já denunciou o caso dessa criança ao Ministério Público há cerca de três anos. 

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Filipe Neto, então, decidiu por um ataque à ministra. Compartilhando um link para uma matéria que afirma que a ONG de que a ministra participava é acusada de tráfico de crianças indígenas, o youtuber disse: “Eu não aceito que uma mulher envolvida NISSO venha falar sobre crianças publicamente”.

Pacientemente, a ministra respondeu: “Querido Felipe Neto, alguns chamam de ‘sequestro’, outros chamam de ‘impedir que uma criança indígena com deficiência seja enterrada viva’”, referindo-se ao trabalho da entidade que tenta evitar o infanticídio em diversas tribos indígenas, e questionou: “De qual lado você está?”. A ministra, então, fez um convite ao youtuber: “Inclusive,estamos de braços abertos para recebê-lo no Ministério  caso queira se engajar na luta contra o infanticídio!”. 

A ministra deu uma sugestão a Felipe Neto: “Por fim, uma dica humilde de educadora para youtuber: se quiser trabalhar com crianças, deixe de dizer palavrões nos vídeos. Será muito mais saudável pra elas!”.

Felipe Neto respondeu: “Uma dica se quiser criticar o trabalho de youtubers: saiba do que está falando. Se soubesse, saberia que não falo palavrões há mais de 2 anos. No mais, a justiça dirá sobre o que sua ‘ONG’ faz”.

Damares explicou o problema com os palavrões e reiterou o convite, dizendo: “Mas as crianças assistem seus vídeos antigos. Por que não os retira do ar? Faria falta em seu orçamento?  Sou da política de unir e não dividir. Será bem vindo no Ministério!  Aliás, estamos elaborando uma campanha de prevenção à gravidez na adolescência. O que acha de nos ajudar?”.

O youtuber disse que seus vídeos antigos incluem uma classificação indicativa no título, ignorando que boa parte de seu público ainda não sabe ler ou ignora tais classificações. E voltou a atacar a ministra, dizendo: “Para de falar sobre o que você desconhece, está passando vergonha. E chega de papo que o que você quer é holofote. Beijos”.

O youtuber acrescentou: “Pode ter certeza que muita luta ainda vai acontecer. E eu estarei do lado certo dessa luta. Já te adianto: não será o seu. E você sabe do que vem por aí, muita máscara vai cair, mas muita mesmo. O tempo vai provar tudo. Encerro nosso papo por aqui, cuide-se”. 

A ministra encerrou a conversa: “A mim não interessa que esteja ao meu lado, mas esteja ao lado da Hakani”, referindo-se a uma criança sobrevivente, que foi enterrada por membros de sua tribo, e cuja história foi contada em um documentário sobre o infanticídio em tribos indígenas. Damares voltou a convidar: “Por que não usa o seu canal para falar sobre o infanticídio? Você pode ser um grande instrumento para ajudar crianças, só basta querer! De qualquer maneira, desejo tudo de bom para ti”. 

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Gazeta Social
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