quarta-feira, 26 de dezembro de 2018

Defensores de criminosos pressionam Temer para voltar atrás e conceder indulto e revoltam a população


Imagem: Produção Ilustrativa / Folha Política
Após a Presidência confirmar que o presidente Michel Temer não concederá indulto natalino este ano, e após a passagem do Natal, o jornal O Estado de S. Paulo publicou que Temer teria mudado de ideia e acatado um pedido feito pelo defensor público-geral federal em exercício, Jair Soares Júnior, que solicitou que o decreto de indulto fosse editado para este ano. A Defensoria Pública da União, embora reconheça que a decisão é do presidente, entende que o indulto seria necessário para diminuir o tamanho da população carcerária. Não há ainda notícia de que o presidente tenha efetivamente assinado um decreto. 

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Outros veículos de imprensa consultaram especialistas na defesa de criminosos e intensificaram a pressão sobre o presidente para que edite o decreto nos últimos dias de seu mandato. 

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O promotor Mauro Ellovitch, mencionando um artigo que afirma que “juristas” criticaram a decisão de Temer,  ironizou a escolha dos “criminalistas” feita pela grande mídia. Ellovitch disse: “Por ‘juristas’ leia-se advogados de criminosos e professores divorciados da atuação prática. Porque o tal artigo não ouviu juízes, promotores e delegados que lidam com o combate à criminalidade e com a realidade da execução penal”. 

A juíza Carolina Malta também ironizou o suposto recuo do presidente, dizendo “Gente, era uma pegadinha do malandro”. 

O promotor Wesley Vaz questionou: “A pedido do Defensor Público Geral o Pres. Temer volta atrás e decide decretar indulto de Natal. Eu só queria saber se é função da Defensoria Pública defender politicamente interesses de criminosos”. 

O procurador Ailton Benedito criticou o pedido do Defensor Público em exercício: “Defensor Público-Geral da União pede que Temer conceda indulto de Natal alegando que é “política criminal que visa combater o encarceramento em massa”. A falácia de sempre a favor dos bandidos”. 

O jurista Modesto Carvalhosa lembra que o indulto ainda não foi editado: “O defensor público-geral federal em exercício, Jair Soares Júnior, sugeriu a Michel Temer que exclua do indulto natalino os condenados por crimes contra a administração pública. 2018 ainda não acabou. Vamos acompanhar. Bom dia”.

Em resposta a Carvalhosa, o promotor Wesley Vaz questionou:  “O que o Defensor Público Geral e a Defensoria Pública ganham com esse tipo de militância pró bandido é o que eu não sei”. 

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Gazeta Social
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