segunda-feira, 9 de julho de 2018

'Soltar um sentenciado para fazer campanha eleitoral só pode ser uma piada, ainda mais alegando que isso é um fato novo', diz promotor


Imagem: Produção Ilustrativa / Folha Política
O promotor de Justiça Rodrigo Merli Antunes questionou o argumento alegado pelo desembargador Rogério Favreto, que considerou que o fato de Lula ser pré-candidato era um "fato novo" que justificaria sua soltura: "Soltar um sentenciado para fazer campanha eleitoral só pode ser uma piada, ainda mais alegando que isso é um fato novo. Primeiro, não há  campanha eleitoral propriamente dita, visto que, legalmente, ela ainda nem começou. Ademais, é certo que fato novo também não existe, uma vez que, há meses, já sustentam essa tal candidatura. Por fim, ainda que isso tudo fosse superado, o pedido de liberdade deveria ter sido elaborado na primeira instância, e não na segunda, suprimindo-se um grau de jurisdição. Daqui a pouco Fernandinho beira-mar vai se lançar pré candidato a presidente e vão ter que soltá-lo pelo mesmo argumento. Pode isso, Arnaldo? Claro que não!"

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