quinta-feira, 14 de junho de 2018

Procurador critica decisão do STF que acabou com o voto impresso: 'Nada há de inconstitucional na lei que determina a impressão do comprovante de votação sob fiscalização do eleitor, sem contato físico, e depósito em dispositivo acoplado à urna eletrônica'


Imagem: Produção Ilustrativa / Folha Política
O procurador Aílton Benedito criticou os critérios utilizados pelos ministros do Supremo Tribunal Federal para proibir o voto impresso, mostrando que o que foi julgado não foi a constitucionalidade: "Nada há de inconstitucional na lei que determina a impressão do comprovante de votação sob fiscalização do eleitor, sem contato físico, e depósito em dispositivo acoplado à urna eletrônica. O STF julgou com base em conveniência e oportunidade, que são exclusivos do Legislativo".


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