sábado, 5 de maio de 2018

'Na hora dos méritos, todos os movimentos são legítimos. Quando o prédio cai, ninguém conhece ninguém. Que brincadeira é essa?', questiona Janaína Paschoal


Imagem: Produção Ilustrativa / Folha Política
A jurista Janaína Paschoal demandou a responsabilização dos "movimentos sociais" pelo incêndio e desabamento do prédio em São Paulo. Segundo Paschoal, os "movimentos" não podem se isentar da responsabilidade, inclusive criminal. 

Leia abaixo as observações de Janaína Paschoal: 

Matéria da Folha de S. Paulo exculpa Movimentos ao dizer que "Grupos usam siglas de sem-teto...". Desculpe, não é tão simples assim! Na hora dos méritos, todos os movimentos são legítimos. Quando o prédio cai, ninguém conhece ninguém. Que brincadeira é essa?
Estou injuriada com a história desse prédio. Há anos, somos ludibriados com a conversa fiada de que as ocupações se firmam na função social da propriedade, na Constituição Federal. Mas essa tragedia mostrou que se trata de um "business", onde pessoas humildes são constrangidas!
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A queda do prédio deve ser avaliada pelas autoridades que cuidam de urbanismo e cidadania? Claro! Mas a questão é sobretudo CRIMINAL! E assim tem que ser tratada. Pessoas simples foram vitimadas! Tem que parar de blá e ir para cima de quem lucra com isso!
Quero que expliquem qual a diferença entre um "movimento social" que cobra por aquilo que não lhe pertence, constrangendo pessoas simples, de milícias? Por que milícias são tratadas como crime em si e esses "movimentos" não? Se as pessoas pagam sob ameaça, não tem diferença!

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Gazeta Social
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