segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

‘Sou humanista. Não sou justiceiro. Baderna e criminalidade se combate com firmeza, bons equipamentos e muito investimento no pessoal das Forças Armadas e nas polícias’, diz o presidenciável Fidelix


Imagem: Produção Ilustrativa / Gazeta Social
O presidente do PRTB e pré-candidato à Presidência Levy Fidelix, em entrevista à Mídia Cidadã, tratou de segurança pública e das reformas da Previdência e do trabalho. 



Para Fidelix, segurança pública é um tema central para os brasileiros, e que só vem sendo tratado pelos candidatos de direita: "eu acho que é de fundamental importância no Brasil. São 60 mil os que morrem, e muito mais os que morrem de forma indireta - pessoas que não podem trabalhar, jovens que não podem estudar, como quando fecham as escolas por causa de tiroteio. Vivemos uma verdadeira guerra. Se não colocarmos mais orçamento nas Forças Armadas, para fechar as fronteiras mesmo contra a bandidagem das drogas e das armas, e não colocarmos navios patrulha no nosso litoral todinho, não tem jeito".

O pré-candidato elegeu a inteligência como estratégia central para combater a criminalidade: "Primeiramente, temos que ter um serviço de informação excepcional. Está faltando verba; os quadros existem sim. Abin, Exército, PF, PM, todos fazem um trabalho bom. Temos bons profissionais, mas não têm equipamento e são sub-assalariados". 


Para combater o crime, é necessário ainda melhorar o sistema penitenciário, diz o presidente do PRTB: "Temos que colocar esses grandes bandidos e botar em ilhas, navios, sei lá, no que for. Distantes da sociedade. Os outros, menos perigosos, vão para estabelecimentos agrícolas, vão trabalhar e se preparar para voltar à vida em sociedade. Eu sou humanista, não sou justiceiro". 

Em relação à reforma da Previdência, Fidelix  defendeu que os grandes devedores sejam cobrados antes de qualquer alteração para as pessoas comuns: "Essas grandes empresas que devem muito, tem que receber deles primeiro. Dos que devem à Previdência. Globo, JBS, Bradesco, por exemplo, devem uma fortuna à Previdência, na casa dos trilhões. Depois disso, sim, reformar, ampliar a questão da idade. Mas temos que fazer essa reforma de maneira muito cirúrgica, para não prejudicar direitos adquiridos". 

Já em relação à reforma trabalhista, Levy Fidelix manifestou sua aprovação: "a reforma trabalhista foi correta. Tiraram dos sindicatos, especialmente. Os sindicatos estavam mamando no governo; não davam nada em troca, a não ser essa capatazia. Estimulam invasões no campo, não prestam contas de nada. Receberam uma fortuna dos governos petistas nos últimos 14 anos. No tocante à questão contratual, com o cidadão, achei muito bom. Uma das poucas coisas que Temer e Meirelles fizeram muito bem. 
Temos que ter entrosamento arbitral entre empregado e empregador, sem a interveniência desses sindicatos parasitas, que só chupam o sangue do trabalhador. Outra coisa boa dessa reforma é fazer com que as pessoas se entendam e não vá tudo para o Judiciário.

Leia também:
Ex-presidente do STF defende a prisão após condenação em segunda instância e o fim do foro privilegiado
Desembargador relator da Lava Jato alerta para reações contra operação


Veja também:





Gazeta Social
Comentários
0 Comentários

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...