sexta-feira, 10 de novembro de 2017

'Quem defende legalização das drogas é viciado, ligado ao narcotráfico, ou um idiota útil manipulado pelos primeiros', diz promotor


Imagem: Produção Ilustrativa / Gazeta Social
O promotor Rodrigo Merli Antunes, que atua no Tribunal do Júri de Guarulhos - SP, indignou-se ao saber que professores do ensino fundamental estão defendendo a legalização das drogas para alunos de 12 anos de idade. O promotor, especialista em Direito Processual Penal, derruba os argumentos pró-legalização e questiona a motivação dos defensores. 



Leia abaixo o artigo completo: 

Esta semana tomei conhecimento de que um professor do ensino fundamental defendeu a legalização das drogas para alunos de 12 anos de idade. Por óbvio, quase surtei com a notícia. E o pior foi a fundamentação utilizada. Em tese, isso diminuiria o consumo, o tráfico e também a criminalidade. Meu Deus! Que absurdo! Basta uma mísera pesquisa até mesmo na internet para se descobrir que as últimas experiências nesse sentido pelo mundo afora foram extremamente frustrantes. No Uruguai, por exemplo, não só o consumo de drogas aumentou, como também o tráfico e a violência. Já na Holanda, a coisa também não foi muito diferente, em que pese alguns tentem dizer o contrário. 
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Aliás, que raciocínio brilhante é este de que facilitando o consumo a tendência é que as drogas e o tráfico desapareçam? Se isso fosse verdade, Lênin e Stalin não precisariam ter matado milhares de cristãos para acabar com os religiosos na Rússia. Bastaria a eles terem distribuído muitas Bíblias na Praça Vermelha. De igual modo, para exterminar os judeus, Hitler não precisaria tê-los colocado em câmaras de gás ou em campos de concentração. Pela lógica dos tais progressistas, suficiente seria que ele distribuísse a Torá por toda a Alemanha. Tem algum sentido isso? Óbvio que não! Só falta alguém querer dizer agora que para acabar com o adultério é preciso fornecer uma jovem prostituta para cada homem casado existente no Brasil.
Ora bolas, se você facilita o acesso às drogas, certamente o consumo aumenta e também a violência daí decorrente, já que aquelas são substâncias alucinógenas e antissociais por natureza. Já quanto ao tráfico, ele também não deixa de existir. Com a legalização, será que os traficantes vão mesmo pagar impostos direitinho? Vão aceitar os novos concorrentes com parcimônia? Vão vender entorpecentes nos estritos limites estabelecidos pela ANVISA? Vão ingressar na justiça contra os consumidores endividados? Ah, vai ser tolo assim lá na casa do chapéu! Se até hoje existe mercado negro para cigarros, bebidas e até para roupas, não vai existir para maconha, cocaína e crack?
E, mesmo que o tráfico diminuísse, isso não significaria saúde pública para a Nação. Droga é instrumento de destruição de um povo e não o contrário. É instrumento de guerra. A antiga URSS disseminou o uso de drogas no ocidente (por intermédio de Cuba) porque queria acabar com os filhos da chamada burguesia norte americana capitalista. Usava isso para matar e destruir o inimigo. E, por incrível que pareça, tudo leva a crer que há professores no Brasil que enxergam seus próprios alunos como adversários. Querem acabar com eles. Querem torná-los até 6 vezes mais esquizofrênicos do que já podem ser naturalmente, sendo que essa doença é incurável. Triste realidade, não? Desculpe a sinceridade, mas ser a favor da legalização das drogas significa o seguinte: ou o cidadão é viciado; ou tem ligação com o narcotráfico; ou então é um idiota útil manipulado pelos dois primeiros. Simples assim.

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